Opinião
Greenwald - Um Criminoso Disfarçado De Jornalista
25/04/2020 15:35

Glenn Greenwald mentiu mais uma vez.

O Ministério Público do Rio de Janeiro público no dia de ontem, 25 de abril de 2020, nota de esclarecimento, na qual informa que a matéria do "jornal" intercept, da mesma data, e que diz que "Rachadinha de Flávio Bolsonaro financiou prédios ilegais da milícia no Rio", não condiz com a realidade dos fatos apurados no inquérito.

Não é a primeira vez que este indivíduo é desmentido sem a menor possibilidade de haver um resquício de verdade em suas "matérias jornalísticas". 

É um verdadeiro acinte ao provo brasileiro que o criminoso Glenn Greenward continue a ser tratado pela imprensa nacional como jornalista e seu site intercept como um veículo de comunicação.

Os meios de comunicação jornalísticos são de extrama importância para a paz social e a manutenção da democracia. Quando um deles é apoderado por indivíduo claramente criminoso, o qual já teve diversas matérias de impacto social desmentidas, a segurança institucional do país fica claramente abalada. Este indivíduo já publicou matérias em nosso país que chagaram a influenciar na Bolso de Valores. 

Resta saber até quando este criminoso vai prosseguir em suas práticas delituosas sem que as autoridades nacionais, como o senhor Ministro da Justiça, a Polícia Federal, o Ministério Público e o Poder Judiciário adotem providências para, no mínimo, expulsá-lo do país ou encarcerá-lo no lugar que lhe é devido em razão dos diversos crimes aqui praticados, como invasão de telefones de altas autoridades. 

 

Haroldo de Sousa

 

Nota de esclarecimento

Publicado em 25/04/2020 11:41 - Atualizado em 25/04/2020 11:41

O Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ), por meio do Grupo de Atuação Especializada no Combate à Corrupção (GAECC/MPRJ), esclarece que, em relação à matéria publicada no site Intercept "Rachadinha de Flávio Bolsonaro financiou prédios ilegais da milícia no Rio", veiculada neste sábado (25/04), a publicação não retrata a verdade dos fatos. E que, em razão do sigilo decretado nas investigações, não é possível fornecer outras informações no momento.

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